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Material da Versai chega à UV Educacional em formato de e-book e audiobook, com uma abordagem prática sobre jornada de cuidado, posicionamento médico e fidelização de pacientes

A experiência do paciente se tornou um dos temas mais discutidos na prática médica contemporânea. Ainda assim, permanece cercada por equívocos. Para muitos profissionais, o conceito ainda é associado a uma recepção bonita, um café bem servido ou pequenos gestos de encantamento. Mas, na prática, ele vai muito além disso.

Para Renata Marcondes e Vick Carvalho, da Versai, experiência do paciente não é apenas humanização, nem um conjunto de ações pontuais de atendimento. Trata-se de uma arquitetura de cuidado, construída com método, processos intencionais e alinhamento entre marca, equipe e jornada assistencial.

Agora, essa discussão ganha um novo espaço na UV Educacional, com o lançamento do material “Experiência do Paciente”, idealizado pela Versai e disponível em formato de e-book e audiobook.

Acesse o e-book e o audiobook aqui

Marca atrai. Experiência confirma.

A Versai nasceu da convergência entre duas trajetórias complementares. Renata construiu sua carreira como jornalista com atuação próxima à área médica e à jornada do paciente. Vick, por sua vez, atua na construção de estratégias de posicionamento para negócios e marcas médicas.

Dessa união surgiu uma percepção central: não faz sentido olhar para posicionamento médico e experiência do paciente como temas separados.

“A marca é a promessa e a experiência do paciente é a entrega dessa promessa”, explicam. Quando um médico comunica seus valores, diferenciais e forma de atuação, essa percepção só se sustenta se o paciente vivenciar, na prática, aquilo que foi prometido.

Em outras palavras, a marca atrai, gera interesse e constrói reputação. A experiência confirma essa percepção e transforma expectativa em vínculo.

O erro de confundir experiência com encantamento

Um dos principais equívocos apontados pelas especialistas é a associação entre experiência do paciente e luxo. Segundo elas, a chamada “medicina ostentação” pode até gerar encantamento, mas não necessariamente entrega uma experiência consistente.

Ambiente agradável importa, mas não substitui elementos essenciais da assistência em saúde: agilidade, escuta ativa, acolhimento, clareza na comunicação, eficiência no atendimento e segurança na conduta.

Na visão da Versai, entre um café gourmet e sair da consulta com dúvidas sanadas, plano de tratamento claro e confiança no caminho proposto, o paciente tende a valorizar aquilo que impacta diretamente seu cuidado.

A excelência técnica credencia, mas já não basta para diferenciar

A excelência técnica segue sendo indispensável. Porém, no mercado atual, ela deixou de ser o único fator de diferenciação.

Com mais acesso à informação, avaliações públicas, redes sociais e conteúdos médicos, o paciente pesquisa, compara e observa. Ele sabe onde o médico atende, acompanha sua presença em congressos, avalia sua comunicação e busca sinais de atualização profissional.

Nesse cenário, a competência técnica credencia o médico. O que diferencia, segundo Renata e Vick, é a combinação entre características únicas, posicionamento claro e uma jornada de cuidado bem estruturada.

A evasão silenciosa: o paciente que vai embora sem reclamar

Um dos pontos mais relevantes da entrevista é a chamada “evasão silenciosa”. Trata-se daquele paciente que se frustra, mas não reclama. Apenas desaparece.

Esse comportamento, segundo as especialistas, é um dos problemas mais caros e menos percebidos pelos consultórios. Quando um paciente vai embora, o custo de aquisição daquele relacionamento se perde. Também se perdem oportunidades de continuidade de cuidado, tratamentos, procedimentos, cirurgias e indicações futuras.

Para médicos que investem em marketing, esse ponto é ainda mais importante. Atrair novos pacientes custa caro. Reter, fidelizar e transformar pacientes em indicadores espontâneos pode ser muito mais estratégico para a sustentabilidade do consultório.

A equipe não apoia a experiência. Ela é a experiência.

Outro ponto central da abordagem da Versai é o papel da equipe. O paciente não enxerga a experiência de forma fragmentada. Para ele, tudo faz parte de uma única percepção: o agendamento, o atendimento telefônico, a recepção, a pontualidade, a consulta, o pós-consulta e a comunicação ao longo da jornada.

Por isso, a equipe não apenas “apoia” a experiência. Ela faz parte da experiência.

Quando o médico compreende isso, o consultório deixa de depender apenas da sua personalidade ou do seu estado de espírito. A experiência passa a ser orientada por processos claros, condutas alinhadas e uma cultura compartilhada por todos os colaboradores.

Renata e Vick citam como exemplo o desenvolvimento de axiomas de conduta para uma clínica em Campinas. Essas normas, baseadas nos valores dos médicos, passaram a orientar a equipe em diferentes situações e também se tornaram importantes no treinamento de novos colaboradores.

Mais do que faturamento: previsibilidade e qualidade de vida

A estruturação da experiência do paciente também impacta a vida do médico. Além de melhorar retenção, indicações, adesão a tratamentos e resultados financeiros, ela contribui para uma rotina mais previsível e sustentável.

Muitos médicos vivem agendas sobrecarregadas, múltiplos locais de atendimento, plantões, convênios e pouco tempo para a vida pessoal. Para a Versai, quando a carreira é desenhada com clareza, tendo marca pessoal e experiência do paciente como orientadores, torna-se possível construir um cotidiano mais equilibrado, com realização financeira e qualidade de vida.

Para quem é o material?

O e-book e o audiobook “Experiência do Paciente” foram desenvolvidos como um conteúdo introdutório e de sensibilização para médicos que desejam compreender melhor esse tema e começar a enxergar a jornada do paciente de forma mais estratégica.

É um material indicado para profissionais que já perceberam que apenas captar pacientes por meio do marketing não é suficiente. Para aqueles que possuem clínicas ou consultórios estabelecidos, o conteúdo também funciona como ponto de partida para identificar lacunas e oportunidades de melhoria na jornada assistencial.

O formato duplo foi pensado para a rotina do médico. O audiobook permite consumir o conteúdo durante deslocamentos, viagens ou até na prática de exercícios físicos. Já o e-book oferece uma leitura mais aprofundada, ideal para quem deseja estudar o tema com calma.

O primeiro passo para transformar a jornada do paciente

Para Renata Marcondes e Vick Carvalho, o primeiro passo é ampliar a visão sobre o tema. Entender que experiência do paciente não é improviso, nem gentileza isolada. É método, posicionamento, processo e estratégia.

“O exercício da medicina mudou. O que funcionava antes, não funciona mais. É hora de entender o mercado, corrigir a rota e agir em espaços onde poucos ainda estão agindo”, afirmam.

O material disponível na UV Educacional convida o médico a iniciar essa reflexão e observar seu consultório sob uma nova perspectiva: a do paciente que chega, vivencia, decide permanecer — e recomenda.

Acesse aqui o e-book e o audiobook “Experiência do Paciente” na UV Educacional

 

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