
À frente do CBO, Wilma enfatiza que a presidência é, acima de tudo, um exercício de responsabilidade. Para ela, liderar uma instituição representativa da oftalmologia nacional significa cuidar dos associados e também fortalecer a relação com a sociedade. “Estar à frente do CBO significa prestar atenção ao médico oftalmologista e às suas necessidades continuamente. É uma grande oportunidade implementar projetos e trazer as pessoas para perto, desde médicos em início de residência até aqueles que já estão encerrando suas carreiras”.
Já Maria Auxiliadora Frazão, que assume a presidência no próximo ano, fala com entusiasmo sobre os desafios que estão por vir. Para ela, o CBO tem como missão representar a especialidade com responsabilidade em todas as frentes. “O CBO é responsabilidade: profissional, com a sociedade civil, com o ensino e a formação, e também com os seus associados. Nossa tarefa é dar continuidade ao que já existe, mas sem deixar de olhar para os novos desafios. Hoje falamos de mercado de trabalho, ensino, atualização científica, inteligência artificial e representatividade em Brasília. São cenários em constante transformação, e precisamos estar atentos a todos eles”.
A transição entre diretorias no CBO não significa ruptura, mas evolução. A nova gestão traz a promessa de continuidade do trabalho sólido realizado até aqui, ao mesmo tempo em que abre espaço para inovação e adaptação às demandas da oftalmologia contemporânea.
Com duas mulheres líderes em sequência, o Conselho reafirma seu compromisso de representar a oftalmologia brasileira com seriedade, proximidade e visão de futuro.


