Tempo de leitura: 8 minutos

INFORME PUBLICITÁRIO | J&J

Nova plataforma da família Acuvue® Oasys integra tecnologia TearStableTM, filtro OptiBlueTM de luz azul-violeta, proteção UV de classe máxima e borda infinita em um único descartável diário, voltado ao paciente imerso em rotinas digitais. Lançamento foi conduzido pela Johnson & Johnson MedTech para cerca de cem oftalmologistas em São Paulo.

 

A Johnson & Johnson MedTech trouxe ao Brasil a Acuvue® Oasys MAX 1-Day, lente de contato descartável diária que chega ao país com um posicionamento direto, “Conforto MAX. Nitidez MAX.”, e a ambição de elevar o patamar de desempenho da categoria. O lançamento, realizado na noite de quinta-feira, 21 de maio, em São Paulo, reuniu cerca de cem oftalmologistas para conhecer a nova plataforma da família Acuvue® Oasys, desenvolvida ao longo de anos de pesquisa com profissionais da saúde visual e desenhada para responder a um cenário em que a vida exige cada vez mais dos olhos do paciente.

 

Conforto MAX, nitidez MAX: as quatro tecnologias da nova plataforma

A Acuvue® Oasys MAX 1-Day combina, em um mesmo descartável diário, quatro inovações que a Johnson & Johnson posiciona como o conjunto de atributos mais completo da família Oasys até hoje. A tecnologia TearStableTM atua na umectabilidade da lente, ajudando a manter o filme lacrimal estável e espalhado sobre a superfície ao longo do dia, condição reconhecida pela literatura como decisiva para o conforto e para a qualidade óptica. O filtro OptiBlueTM filtra cerca de 60% da luz azul-violeta, o maior nível de filtragem disponível em lentes de contato segundo informações públicas comparativas reunidas pela companhia em dezembro de 2023, com o objetivo de reduzir a dispersão intraocular desses comprimentos de onda e melhorar a qualidade visual percebida.

À proteção óptica soma-se a proteção contra a radiação UV, com a maior classificação de bloqueio disponível para lentes de contato, integrada à própria lente como camada complementar, e não substitutiva, aos óculos de proteção e de sol. Por fim, a borda infinita propõe um desenho fino e afunilado de bordas, projetado para reduzir o atrito da pálpebra sobre a lente e oferecer, segundo a Johnson & Johnson, a sensação de não estar usando lente. Em conjunto, esses quatro pilares respondem ao que a literatura atual descreve como variáveis-chave do conforto em lentes de contato, ponto desenvolvido em detalhe no painel clínico-científico do evento.

Um produto pensado para o paciente digital

O motor por trás do desenvolvimento da lente é a transformação da rotina visual do paciente. Quando uma pessoa olha para uma tela digital, ela pisca cerca de 60% menos, fator associado a ressecamento e desconforto ocular. Ao mesmo tempo, a exposição à luz azul-violeta ocorre o tempo todo, em celulares, computadores, lâmpadas LED e na luz solar. A Acuvue® Oasys MAX 1-Day foi desenhada para responder a essa equação dupla, atuando ao mesmo tempo sobre a estabilidade do filme lacrimal e sobre a qualidade óptica diante do espectro azul-violeta.

A jornalista Natália Cuminale, especializada em saúde, conduziu o primeiro painel da noite ao lado de Aline Colleoni, gerente sênior de marketing para a América Latina da Johnson & Johnson, e de Sabrina Battistella, médica e diretora de educação profissional para a América Latina. Aline trouxe dados de estudo da McKinsey de 2025 indicando que saúde e bem-estar tornaram-se o tema número um entre as tendências do consumidor brasileiro, e citou o Estudo de Incidência Brasil 2025, da própria Johnson & Johnson, segundo o qual o oftalmologista permanece como a principal fonte de informação confiável para o consumidor/paciente. “O consumidor está disposto a saber mais, mas com curadoria. Não é uma busca desenfreada, é uma busca por confiança”, resumiu. A executiva mencionou também pesquisa Nielsen Trends 2025 indicando que 70% dos consumidores brasileiros se dizem dispostos a pagar mais por produtos de saúde, desde que compreendam o valor agregado. Sabrina complementou destacando o papel do oftalmologista como curador da informação em uma jornada cada vez mais influenciada por buscas digitais, em que comunicação e ciência precisam caminhar juntas.

A ciência do conforto chancela a proposta da MAX

Na sequência, Nilson Fonseca Junior, do time de educação profissional da Johnson & Johnson Vision Care, conduziu o painel clínico-científico, com participação dos oftalmologistas Carlos Arieta, Eduardo Melani Rocha, Flávio Vilela e Richard Hida, e do neurocientista Marcelo Costa. Coube a Flávio Vilela uma revisão didática sobre os atributos físicos que definem o conforto de uma lente de contato, com o alerta de que a escolha por categorias amplas, como hidrogel de silicone, já não responde à pergunta sobre qual lente é mais confortável. Vilela citou revisão sistemática da Cochrane que aponta ausência de evidência robusta de superioridade de conforto entre categorias e sustentou que características como módulo de elasticidade, umectabilidade, coeficiente de fricção e desenho de borda hoje pesam mais do que a transmissibilidade de oxigênio, que se tornou patamar consolidado nos materiais modernos.

Em particular, Vilela destacou que a umectabilidade, entendida como a capacidade do material de manter o filme lacrimal espalhado e estável sobre a lente, é decisiva tanto para o conforto quanto para a qualidade óptica. Fez referência direta à tecnologia TearStableTM, presente nas Acuvue® Oasys MAX 1-Day, que utiliza a molécula PVP como elemento mimético para reter a água na superfície da lente, e apontou que bordas afuniladas e contínuas, como a borda infinita da nova plataforma, têm melhor desempenho subjetivo em conforto. “E não podemos esquecer que conforto também é a experiência visual do usuário. Uma lente que melhora a qualidade da visão também melhora o conforto final”, concluiu.

Carlos Arieta complementou ao detalhar a interação entre lente e filme lacrimal, lembrando que a inserção da lente divide o filme em duas porções e modifica imediatamente sua dinâmica. “É cada vez mais importante termos materiais que respeitem a harmonia da superfície da córnea com o filme lacrimal. Quanto maior a harmonia, maior o conforto, e desconforto é uma das principais razões de abandono da lente”, afirmou. Richard Hida acrescentou que as queixas dos pacientes mudaram com o estilo de vida digital, com relatos crescentes de cefaleia, embaçamento intermitente e ardência, mesmo em consultas com acuidade visual e pressão intraocular dentro da normalidade. “Hoje o paciente enxerga bem, mas não está confortável. Precisamos escutar a queixa, explicar e oferecer conforto”, afirmou.

OptiBlueTM e a fisiologia da luz visível

Coube ao professor Marcelo Costa, cientista visual, contextualizar o papel da luz azul-violeta na fisiologia ocular e sistêmica. Costa explicou que, além dos fotorreceptores clássicos, as células ganglionares intrinsecamente fotossensíveis da retina, as ipRGCs, captam preferencialmente o espectro próximo ao azul e enviam informações para áreas subcorticais ligadas ao ritmo circadiano, ao controle pupilar, à acomodação e à homeostase sistêmica. “Essa luz não é importante apenas para a qualidade da visão, mas também para garantir que o organismo continue funcionando de maneira equilibrada”, afirmou.

O professor lembrou que comprimentos de onda mais curtos do espectro visível têm maior potencial de dispersão intraocular, o que pode prejudicar contraste e introduzir aberrações cromáticas. É exatamente nesse intervalo que atua o OptiBlueTM, filtro projetado para melhorar a qualidade óptica sem comprometer o acesso aos comprimentos de onda necessários às funções não formadoras de imagem. Nilson Fonseca Junior reforçou o ponto ao encerrar o tópico, lembrando que o foco do filtro é estritamente qualidade óptica, em consonância com a literatura científica disponível.

Compromisso com a educação médica e a parceria com a comunidade oftalmológica

O lançamento foi conduzido por Rafael Peterlini, à frente das operações brasileiras da Vision Care, que abriu o evento compartilhando sua experiência pessoal como usuário de lentes diárias para astigmatismo e apresentou a Acuvue® Oasys MAX 1-Day como a evolução da família 1-Day da marca. “MAX vem complementar nosso portfólio. Traz mais conforto, mais nitidez e mais uma opção para quem já usa lente de contato e para quem ainda vai começar a usar”, afirmou. Juan Pablo Quel, líder da Johnson & Johnson Vision para a América Latina, ressaltou que o Brasil é o mercado mais importante da região e formador de opinião para todo o continente, contexto que justifica a centralidade do lançamento. Sabrina Battistella reafirmou o compromisso da empresa com a educação médica continuada e a parceria com sociedades médicas, associações profissionais e universidades.

A oftalmologista e presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Maria Auxiliadora Frazão reforçou que adaptação de lentes de contato é ato médico e parte indissociável da consulta oftalmológica completa. “Quando falamos em defesa profissional, falamos em ato médico, na responsabilidade da indicação e em todos os procedimentos que são juridicamente e legalmente um ato médico. E dentre eles está a adaptação de lentes de contato“, afirmou. Auxiliadora lembrou que o CBO tem missões que se cruzam com as da indústria parceira, sobretudo no ensino e na formação ética, e enfatizou a importância do mês do oftalmologista como momento de reforço da consulta completa com o especialista.

O que disseram os médicos que já testaram a MAX

Antes do lançamento oficial, 35 oftalmologistas brasileiros foram convidados a participar de um período de pré-lançamento, recebendo a lente para avaliação clínica em pacientes selecionados. Os primeiros relatos foram apresentados no segundo painel da noite, dedicado à experiência prática, e funcionaram como prova de conceito da plataforma. Eduardo Melani Rocha, de Ribeirão Preto, compartilhou três casos. A primeira paciente, hipermétrope de 23 anos e usuária prévia da família Oasys, notou um detalhe curioso ao se maquiar, percebia melhor a borda do delineador, achado que ela atribuiu à maior nitidez. O segundo caso, um colega oftalmologista anisométrope e tenista amador, relatou adaptação fácil e naturalidade rara, ao ponto de não perceber, ao longo do dia, qual lado estava sob qual correção. O terceiro, um empresário com correção miópica próxima a 3,75, descreveu conforto suficiente para, em alguns dias, ultrapassar o tempo de uso recomendado, o que motivou orientação adicional.

Richard Hida relatou caso de paciente com histórico de intolerância a lentes que, em viagem internacional, esqueceu-se de retirá-las, episódio inusitado para um usuário acostumado a tolerar poucas horas de uso. Citou ainda paciente com dez anos de intolerância progressiva, que com a MAX conseguiu retomar uso por algumas horas no dia, ainda em fase inicial de readaptação. Flávio Vilela trouxe caso de paciente présbita já em monovisão que pediu expressamente a continuidade com a nova lente após o teste, e descreveu também sua experiência como usuário de baixa tolerância subjetiva a lentes, em que relata ter esquecido a lente nos olhos algumas vezes ao longo do dia. Carlos Arieta encerrou o ciclo de relatos afirmando que, em todos os seus pacientes testados experimentaram a nova plataforma e a maioria manifestou preferência pela continuidade. “Esse é o lançamento que vai ficar”, resumiu.

 

Encerramento

Ao fechar a noite, Rafael Peterlini consolidou o posicionamento do lançamento. “MAX é a inovação da 1-Day que o nosso paciente precisa e espera, com mais conforto e mais qualidade de visão”, afirmou. A Acuvue® Oasys MAX 1-Day chega ao Brasil dentro do portfólio Acuvue® Oasys reunindo, em um mesmo descartável diário, tecnologia TearStableTM, filtro OptiBlueTM, proteção UV de classe máxima disponível para lentes de contato e desenho de borda infinita, em uma proposta voltada ao paciente cada vez mais exigente em conforto, nitidez e proteção visual.

RESUMO

“Conforto MAX. Nitidez MAX.” é o posicionamento que orienta o lançamento da Acuvue® Oasys MAX 1-Day no Brasil, nova plataforma descartável diária da família Acuvue® Oasys.

A lente integra quatro tecnologias em um mesmo produto descartável diário: TearStableTM para umectabilidade prolongada, OptiBlueTM como filtro de luz azul-violeta com cerca de 60% de filtragem, proteção UV de classe máxima e borda infinita para redução do atrito palpebral.

O desenvolvimento responde ao perfil do paciente atual, com piscar reduzido em cerca de 60% diante de telas e exposição constante à luz azul-violeta de fontes digitais e solares.

O painel clínico-científico chancelou os pilares da plataforma, ao reforçar que conforto resulta do balanço entre umectabilidade, módulo, fricção, desenho de borda e qualidade óptica, atributos que a MAX combina por design.

Os primeiros relatos no Brasil, oriundos do programa de pré-lançamento com 35 oftalmologistas, descrevem aceitação favorável em diferentes perfis, incluindo pacientes com histórico prévio de intolerância a lentes.

Compartilhe esse post