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Equipamento reduz o ciclo de esterilização para até 10 minutos, preserva instrumentais sensíveis ao calor e já é usado por centros cirúrgicos de oftalmologia em diferentes regiões do país

Compacto e portátil, o EXPlasma Z7 utiliza a tecnologia de plasma de peróxido de hidrogênio (H2O2) para realizar esterilizações em temperaturas inferiores a 60°C
Lançado oficialmente no Brasil em setembro de 2025, o EXPlasma Z7 vem registrando rápida adoção por clínicas oftalmológicas de todas as regiões do país. Em poucos meses, a tecnologia passou a integrar a rotina de centros cirúrgicos de diferentes portes, consolidando-se como uma das principais inovações em esterilização de baixa temperatura para instrumentais médicos. O equipamento é comercializado com exclusividade no território nacional pela Drycom, distribuidora que também oferece treinamento especializado, suporte técnico e assistência pós-venda às instituições que adotam a tecnologia.
Compacto, portátil e com capacidade de 7 litros, o EXPlasma Z7 utiliza a tecnologia de plasma de peróxido de hidrogênio (H2O2) para realizar esterilizações em temperaturas inferiores a 60°C, preservando a integridade de materiais sensíveis ao calor e à umidade. Entre os itens compatíveis estão instrumentais metálicos, componentes em polímeros, acrílico, PMMA, dispositivos ópticos, fibras ópticas e diversos materiais utilizados rotineiramente na oftalmologia, um diferencial relevante em uma especialidade que depende de instrumentais delicados e de alto valor agregado.
O produto chega ao país em um momento de maior atenção das clínicas à segurança dos processos de reprocessamento e à eficiência operacional do centro cirúrgico. Autoclaves a vapor e métodos à base de óxido de etileno seguem amplamente utilizados, mas impõem limitações conhecidas: o vapor pressurizado não é indicado para materiais termossensíveis, e o óxido de etileno exige ciclos longos, aeração prolongada e cuidados adicionais de manuseio. É nesse cenário que soluções de plasma de baixa temperatura, como o EXPlasma Z7, vêm ganhando espaço como alternativa complementar, sobretudo para dispositivos ópticos e componentes que não toleram altas temperaturas.
Como funciona a esterilização a plasma

Toda a operação é controlada por uma interface touchscreen de 5 polegadas, que simplifica a seleção do ciclo adequado a cada tipo de material

O EXPlasma Z7 utiliza tecnologia de plasma e vapor de peróxido de hidrogênio para esterilização, em um processo que ocorre em quatro etapas dentro de uma câmara selada.
O EXPlasma Z7 utiliza tecnologia de plasma e vapor de peróxido de hidrogênio para esterilização, em um processo que ocorre em quatro etapas dentro de uma câmara selada. Na primeira etapa, vácuo e injeção, a câmara é despressurizada e uma dose precisa de peróxido de hidrogênio é vaporizada em seu interior. Na segunda etapa, de ação esterilizante, o vapor reage diretamente com os microrganismos presentes nos instrumentais, destruindo suas membranas celulares e eliminando bactérias, vírus e outros patógenos, incluindo cepas mais resistentes. Na terceira etapa, de conversão segura, o plasma transforma o peróxido de hidrogênio residual em água e oxigênio, compostos inofensivos, sem deixar resíduos tóxicos nos instrumentais. Por fim, na etapa de finalização, os equipamentos saem frios, secos e prontos para uso imediato ou armazenamento, sem a necessidade de tempo adicional de resfriamento ou secagem.
Toda a operação é controlada por uma interface touchscreen de 5 polegadas, que simplifica a seleção do ciclo adequado a cada tipo de material, e conta com relatórios em tempo real via monitoramento IoT, permitindo rastreabilidade e conformidade dos processos de reprocessamento, um ponto relevante para clínicas que precisam documentar rotinas de biossegurança.
Ciclos rápidos, mais agilidade no centro cirúrgico
Diferentemente da visão tradicional, em que a capacidade da câmara costuma ser o principal critério de avaliação, a experiência prática das clínicas usuárias mostra que o maior diferencial do EXPlasma Z7 está na agilidade e no baixo custo operacional. Com ciclos de apenas 10 minutos no modo Flash, indicado para itens metálicos, e 20 minutos no modo Standard, voltado a materiais hidrofóbicos e sensíveis ao calor, os instrumentais retornam rapidamente à rotina cirúrgica, ficando disponíveis praticamente sob demanda e reduzindo significativamente os gargalos operacionais.
Na prática, essa dinâmica reduz a necessidade de manter grandes estoques de instrumentais, diminui a dependência de serviços terceirizados de esterilização e oferece maior controle sobre todo o processo dentro da própria clínica. O resultado é um fluxo cirúrgico mais eficiente, maior previsibilidade operacional e menor necessidade de investimento em conjuntos adicionais de instrumentais apenas para compensar o tempo de processamento.

Prof. Dr. Anderson Teixeira, professor da disciplina Práticas em Oftalmologia do curso de Medicina da Universidade Católica de Brasília
“O EXPlasma Z7 trouxe uma mudança significativa para a rotina da clínica. Antes, precisávamos planejar com bastante antecedência a disponibilidade dos instrumentais, pois os métodos convencionais exigiam um tempo maior de processamento. Com um ciclo de esterilização de apenas 10 a 20 minutos, conseguimos disponibilizar rapidamente os instrumentais para utilização nas próximas cirurgias, tornando o fluxo cirúrgico muito mais dinâmico. Isso reduziu o tempo de espera entre os procedimentos, diminuiu a necessidade de manter um grande número de instrumentais em estoque e nos deu mais tranquilidade. A equipe passou a trabalhar com maior previsibilidade e eficiência.”
Prof. Dr. Anderson Teixeira, professor da disciplina Práticas em Oftalmologia do curso de Medicina da Universidade Católica de Brasília e usuário do equipamento.
Disponibilidade imediata dos instrumentais, mesmo em cirurgias não programadas
Segundo relatos das primeiras instituições brasileiras que incorporaram o EXPlasma Z7 à rotina, o principal ganho não está na quantidade de instrumentos processados por ciclo, mas na capacidade de manter os materiais necessários disponíveis exatamente quando a equipe precisa deles. Essa disponibilidade imediata reduz atrasos, aumenta a produtividade do centro cirúrgico, amplia a autonomia operacional e proporciona maior eficiência no atendimento aos pacientes, sobretudo em situações que fogem do planejamento inicial da agenda cirúrgica.
Segundo Teixeira, um exemplo bastante comum ocorre quando há um procedimento não programado ou a necessidade de utilizar novamente um instrumental específico durante a cirurgia que acabou de ser usado. “Em vez de adiar o procedimento ou depender de outro conjunto de instrumentos, conseguimos realizar a esterilização em poucos minutos e dar continuidade à cirurgia com segurança. Essa disponibilidade imediata evita atrasos, reduz o tempo de espera do paciente e proporciona maior flexibilidade para lidar com situações inesperadas, algo muito importante na prática oftalmológica”, ressalta.
Preservação dos instrumentais sensíveis ao calor

Como a esterilização ocorre em baixa temperatura, sem exposição ao vapor pressurizado, os materiais sofrem menor desgaste térmico ao longo do tempo

Pesando aproximadamente 30 kg, o EXPlasma Z7 pode ser instalado em espaços reduzidos, sem necessidade de infraestrutura ou adaptações significativas
Outro benefício importante do EXPlasma Z7 está na preservação dos instrumentais de maior valor agregado. Como a esterilização ocorre em baixa temperatura, sem exposição ao vapor pressurizado, os materiais sofrem menor desgaste térmico ao longo do tempo, contribuindo para maior durabilidade, redução dos custos de manutenção e maior previsibilidade na reposição de equipamentos, um fator relevante para a oftalmologia, área que utiliza com frequência dispositivos ópticos, componentes de silicone e materiais delicados de custo elevado.
Para o oftalmologista, a preservação dos materiais sensíveis ao calor é uma das grandes vantagens do equipamento. Instrumentais delicados, componentes ópticos e materiais utilizados na oftalmologia ficam menos expostos ao desgaste provocado pelos processos tradicionais de esterilização em altas temperaturas. “Na prática, observamos uma melhor conservação desses materiais, com menor necessidade de manutenção e maior vida útil dos instrumentais. Além do benefício econômico, isso também contribui para manter a qualidade e a precisão dos equipamentos utilizados nas cirurgias”, avalia.
Uma solução para clínicas de todos os portes
Pesando aproximadamente 30 kg, o EXPlasma Z7 pode ser instalado facilmente em espaços reduzidos, sem necessidade de infraestrutura complexa ou adaptações significativas. Essa portabilidade tem sido especialmente valorizada por centros cirúrgicos, centros de diagnóstico e clínicas que realizam procedimentos cirúrgicos, além de representar uma solução estratégica para unidades localizadas em cidades do interior ou regiões remotas, onde muitas vezes não existe disponibilidade de serviços terceirizados de esterilização.
Além da facilidade de instalação e operação, o equipamento apresenta baixíssimo custo operacional, com consumo máximo de 1.200 W, utilização de cartuchos de peróxido de hidrogênio capazes de realizar até 30 ciclos Flash ou 15 ciclos Standard, além de manutenção simplificada, limitada basicamente à substituição periódica do filtro HEPA. Esses fatores tornam a tecnologia economicamente atrativa tanto para grandes hospitais quanto para clínicas independentes, sem exigir equipe técnica dedicada exclusivamente à central de material e esterilização.
“Na minha experiência, o EXPlasma Z7 é uma excelente alternativa para clínicas de todos os portes, especialmente aquelas que dependem de serviços terceirizados de esterilização. A portabilidade, a facilidade de instalação e o baixo custo operacional permitem que a própria clínica tenha autonomia para esterilizar seus instrumentais de forma rápida e segura. Isso reduz a dependência de empresas externas, diminui custos indiretos com transporte e logística e aumenta a disponibilidade dos materiais ao longo do dia. Para clínicas localizadas fora dos grandes centros, onde o acesso a serviços especializados pode ser mais limitado, essa autonomia representa um ganho importante em eficiência, qualidade assistencial e segurança para o paciente”, completa o oftalmologista.
Segurança, sustentabilidade e conformidade
A segurança do processo é um dos pilares centrais do EXPlasma Z7. O equipamento elimina 99,9% dos microrganismos sem danificar os instrumentos, sem uso de químicos agressivos e com consumo energético controlado, características que se somam a uma operação silenciosa, com energia acústica audível de até 70 dBA, adequada à rotina de centros cirúrgicos e clínicas. O equipamento possui certificações internacionais ISO, CE e FDA, além de registro na Anvisa sob o número 81770689002, requisitos que dão respaldo regulatório à adoção da tecnologia por instituições de saúde no Brasil.
O monitoramento via IoT, com relatórios em tempo real, permite ainda que a clínica documente cada ciclo de esterilização, facilitando auditorias internas, processos de acreditação e o atendimento a exigências de vigilância sanitária, sem depender de registros manuais sujeitos a falhas.
Embalagem e prazo de armazenamento após a esterilização
Outro ponto relevante para a rotina da central de material e esterilização é a embalagem utilizada após o ciclo. Para processos de esterilização por plasma de peróxido de hidrogênio, como o do EXPlasma Z7, o padrão recomendado é o Tyvek da DuPont combinado com filme laminado. Por ser isenta de celulose, essa embalagem evita a absorção do agente esterilizante, o que ajuda a garantir a esterilidade do instrumental por até 12 meses, desde que armazenado em condições ambientais controladas de temperatura e umidade.

Gustavo Couri, CEO da Drycom.
Esse período depende de fatores como a integridade da selagem, o manuseio adequado das embalagens e as condições do local de armazenamento. O material se destaca pela resistência à tração, a rasgos e a perfurações, além de repelir líquidos, e estudos apontam que o Tyvek mantém o conteúdo interno estéril por longos períodos quando essas condições são respeitadas. Vale notar que o prazo de validade impresso na embalagem, geralmente entre 2 e 5 anos, refere-se à integridade química e física do material da embalagem em si, e não deve ser confundido com o tempo de manutenção da esterilidade do instrumental armazenado, que segue os protocolos da própria instituição.
“Os instrumentos são embalados numa embalagem de Tyvek, e esse material pode ficar até um ano armazenado depois da esterilização por plasma. Isso é uma informação muito interessante e muito boa, porque no autoclave a vapor o médico tem que usar o instrumento imediatamente após a esterilização, não pode armazenar. Já com o EXPlasma, você pode deixar esses instrumentos armazenados por até um ano.”
Gustavo Couri, CEO da Drycom.
Distribuição exclusiva e suporte da Drycom no Brasil
Responsável pela distribuição exclusiva do EXPlasma Z7 no Brasil, a Drycom oferece treinamento especializado, suporte técnico e assistência pós-venda em todo o território nacional, contribuindo para que clínicas oftalmológicas de diferentes perfis incorporem a tecnologia com segurança e eficiência. O acompanhamento inclui a capacitação das equipes de central de material e esterilização para a operação correta dos modos Flash e Standard, orientação sobre a substituição de cartuchos e do filtro HEPA, e suporte técnico para dúvidas do dia a dia, o que reduz a curva de adaptação das clínicas à nova rotina de reprocessamento.
Em menos de um ano após seu lançamento no país, o EXPlasma Z7 já demonstra que velocidade, baixa temperatura, portabilidade, baixo custo operacional, preservação dos instrumentais e autonomia representam uma nova referência para a esterilização na oftalmologia brasileira, contribuindo para processos mais seguros, eficientes e alinhados às necessidades da prática clínica moderna.
Perguntas frequentes sobre o EXPlasma Z7
O EXPlasma Z7 substitui totalmente a autoclave a vapor da clínica? Não necessariamente. Ele funciona como uma alternativa de baixa temperatura, indicada sobretudo para instrumentais e dispositivos sensíveis ao calor e à umidade, complementando outros métodos de esterilização já utilizados pela clínica.
Quanto tempo dura um ciclo de esterilização? Os ciclos duram 10 minutos no modo Flash, para itens metálicos, e 20 minutos no modo Standard, para materiais hidrofóbicos e sensíveis ao calor.
Quais materiais podem ser esterilizados no equipamento? Instrumentais metálicos, plásticos, silicone, acrílico, PMMA, fibras ópticas e outros dispositivos ópticos utilizados na rotina oftalmológica, desde que compatíveis com o processo de plasma de peróxido de hidrogênio.
Quem comercializa e dá suporte ao EXPlasma Z7 no Brasil? A Drycom é a distribuidora exclusiva do equipamento em todo o território nacional, responsável pela venda, treinamento, suporte técnico e assistência pós-venda.
Especificações técnicas do EXPlasma Z7
| Tecnologia | Plasma de baixa temperatura (H2O2 vaporizado) |
| Dimensões | 390 x 280 x 440 mm (L x A x P) |
| Capacidade | Até 7 litros |
| Tempo de ciclo | 10 minutos no modo Flash e 20 minutos no modo Standard |
| Material da câmara | Alumínio |
| Compatibilidade | Metais, plásticos, silicone, fibras ópticas e outros materiais sensíveis ao calor |
| Display | Tela LCD touchscreen de 5 polegadas (127 mm) |
| Peso | Aproximadamente 30 kg |
| Consumo de energia | 1.200 W (máximo) |
| Potência | 220 W |
| Ruído | Até 70 dBA |
| Monitoramento | Relatórios em tempo real via IoT, para rastreamento e conformidade |
| Certificações | ISO, CE, FDA |
| Registro Anvisa | 81770689002 |
Fale com a Drycom
Distribuidora exclusiva do EXPlasma Z7 no Brasil, a Drycom está sediada na Alameda Oscar Niemeyer, 500, Vila da Serra, Nova Lima, MG, CEP 34006-065.
Telefone geral: +55 31 9875-0007
E-mail geral: [email protected]


