
De acordo com Theresa, a realização do projeto em diferentes cidades traz desafios logísticos importantes, mas também amplia o impacto da iniciativa. “É um grande desafio em cada cidade, mas estamos muito felizes em realizar a segunda edição do Visão Solidária dentro do Congresso Norte-Nordeste”, destacou.

Ao longo do dia, cerca de 200 crianças, provenientes de escolas municipais e abrigos, passaram por avaliação oftalmológica completa. Um diferencial importante do projeto foi a triagem prévia realizada nas escolas — com apoio da oftalmologista Juliana Lucena — garantindo que os atendimentos fossem direcionados a crianças com real necessidade de acompanhamento especializado.

“Todos os médicos aqui são voluntários. Fica o meu agradecimento a cada um deles e aos residentes da Escola Cearense de Oftalmologia que estão contribuindo com essa ação tão importante”, reforçou a coordenadora.
Mais do que uma iniciativa pontual, o Visão Solidária se consolida como um modelo replicável de assistência, integrando educação, triagem e acesso ao tratamento em um único fluxo — e reafirmando o papel da oftalmologia como agente de transformação social.



